A Primato Cooperativa Agroindustrial concluiu e divulgou seu primeiro Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), referente ao ano-base de 2025, marcando um novo capítulo em sua trajetória de sustentabilidade. O levantamento seguiu metodologias reconhecidas internacionalmente, entre elas o GHG Protocol, o Programa Brasileiro GHG Protocol e a norma ISO 14064-1, e alcançou as 52 unidades operacionais da cooperativa, mapeando emissões dos Escopos 1, 2 e 3.
O resultado alcançado pela Primato garantiu à cooperativa o selo prata, categoria concedida a organizações que publicam um inventário completo, contemplando todas as fontes de emissão aplicáveis nos Escopos 1 e 2. A cooperativa foi além do exigido para a categoria e mapeou emissões do Escopo 3, de medição não obrigatória. Somando os três escopos, o levantamento apontou 6.808,63 toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO2e) emitidas ao longo do ano-base.

Desse montante, 4.832,66 tCO2e vieram de fontes diretas controladas pela própria cooperativa, como a combustão em caldeiras, fornos e veículos, enquanto 1.932,67 tCO2e corresponderam às emissões indiretas ligadas ao consumo de energia elétrica. Outras 43,29 tCO2e foram atribuídas a emissões indiretas mapeadas na cadeia de valor da Primato, fora de seus limites operacionais diretos.
A divisão em escopos ajuda a entender de onde vêm essas emissões e onde estão as alavancas de redução. O Escopo 1 reúne as fontes que pertencem ou são controladas pela organização; o Escopo 2 diz respeito à energia elétrica e térmica adquirida, cuja geração ocorre fisicamente fora dos limites da empresa; já o Escopo 3 abrange emissões indiretas decorrentes da operação do negócio, mas originadas em elos da cadeia de valor que não estão sob controle direto da cooperativa.
Embora o inventário represente o primeiro levantamento formal das emissões da cooperativa, diversas iniciativas ambientais já fazem parte da rotina operacional da Primato e contribuíram para o desempenho observado. Entre elas está o projeto Suíno Verde, que integra a produção pecuária, a geração de energia renovável e a agricultura regenerativa em um ciclo de economia circular.
O projeto transforma os dejetos provenientes da suinocultura em biogás por meio de biodigestores. Após o tratamento, esse biogás é purificado e convertido em biometano, utilizado como combustível em parte da frota da cooperativa, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e as emissões associadas ao transporte. Os resíduos remanescentes do processo são aproveitados na produção do biofertilizante organomineral Prima Fértil, devolvendo nutrientes ao solo e fechando o ciclo sustentável da produção.
03 de julho de 2026/ Primato/ Brasil.
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